Na largada, uma pequena loja num dos estados (Arkansas) mais pobres do país. Na chegada, um volume de negócios girando em torno de US$ 421 bilhões em 2010, uma família com quatro de seus filhos entre as dez pessoas mais ricas do planeta, uma cadeia de hipermercados que se tornou ao mesmo tempo a maior empresa – ultrapassou a ExxonMobil em 2003 – e o maior empregador privado do mundo. Em 2005, as vendas do Walmart sozinhas respondiam por um em cada cinco CDs comprados nos Estados Unidos, um em cada quatro tubos de pasta de dente, uma em cada três fraldas. E, ainda mais significativo, 2,5% de todo o PIB norte-americano! Mais rica e influente que 150 países, a empresa deve às regras estabelecidas o poder que exerce hoje.
Há controvérsias sobre o real significado e a importância prática dos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Os críticos e céticos sustentam que o agrupamento é artificial, mais emblema ou marca do que realidade política. Apontam para as enormes diferenças – históricas, culturais, políticas e econômicas – entre os integrantes. Duvidam de que os cinco países possam, de fato, atuar de forma coordenada.
É inegável que as dificuldades de coordenação dos BRICS são consideráveis. Mas também é inegável que os BRICS vêm marcando presença no campo internacional.
Os Estados Unidos estão atualmente envolvidos em três guerras no Oriente Médio – no Afeganistão, no Iraque e agora na Líbia. Mantêm bases militares em todo o mundo, em mais de 150 países. Têm relações tensas com a Coréia do Norte e com o Irã, e nunca descartaram a possibilidade de ação militar.
Quando começou, em 2002, a guerra do Afeganistão tinha grande apoio da opinião pública estadunidense e em outros países. A guerra no Iraque tinha quase o mesmo apoio da opinião pública norte-americana quando começou, em 2003, mas muito menos defensores em outros países. Agora, os Estados Unidos semi-envolvidos na Líbia. Menos da metade do público estadunidense é favorável, e há muita oposição no resto do mundo.
Convenção Cubana de Ciências da Terra
Data: 1 a 5 de abril de 2013
Local: Palacio de Convenciones de La Habana, Calle 146, e/ 11 y 13, Havana, Cuba.
Informações: http://www.cubacienciasdelatierra.com/
Encontro anual da Associação dos Geógrafos Americanos
Data: 9 a 13 de abril de 2013.
Local: Los Angeles, Califórnia, EUA.
Informações: http://www.aag.org/cs/annualmeeting
XVI SBSR - Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto
Data: 13 a 18 de abril de 2013
Local: Complexo Rafain Expocenter, Foz do Iguaçu, PR
Informações: http://www.dsr.inpe.br/sbsr2013/index.html
14º Encontro de Geógrafos da América Latina – EGAL
35º Simpósio Internacional de Sensoriamento Remoto do ambiente.
Data: 22 a 26 de abril de 2013.
Local: Pequim, China
Informações: http://www.isrse35.org/
A prova do ENEM 2012 é uma boa referência para a avaliação do potencial temático da Geografia e das possibilidades de desenvolvimento de trabalhos interdisciplinares com os alunos. Todas as questões selecionadas relacionam-se direta ou indiretamente a temas abordados pela Geografia.